Educação Inclusiva: um olhar sobre as adaptações curriculares

Autores

  • Caroline Borges Zanato Universidade Cidade de São Paulo
  • Roberto Gimenez Universidade Cidade de São Paulo

DOI:

https://doi.org/10.26843/v10.n2.2017.30.p289%20-%20303

Resumo

RESUMO

Reconhecidamente, as adaptações curriculares constituem uma possibilidade para atender às dificuldades de alunos com deficiência, ou que apresentem dificuldades de aprendizagem, favorecendo a apropriação do conhecimento escolar e contribuindo com o seu processo de aprendizagem. Todavia, existem muitas dúvidas, quanto à natureza dessas adaptações e seus respectivos desdobramentos sobre o processo de acolhimento dos alunos. Assim, o presente artigo busca discutir o papel das adaptações curriculares para a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais na rede regular de ensino. De modo geral, são discutidos os níveis e categorias das adaptações, seus respectivos graus de efetivamente, bem como, o papel da equipe gestora e dos professores neste processo de inclusão. Além disso, são discutidos, também fatores que limitam os possíveis impactos das adaptações curriculares na educação básica.

Palavras-chave: Adaptação Curricular

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Caroline Borges Zanato, Universidade Cidade de São Paulo

Licenciada em Educação Física. Mestranda em Educação pela Universidade Cidade de São Paulo

Roberto Gimenez, Universidade Cidade de São Paulo

Docente e Pesquisador do Programa de Mestrado em Educação da Universidade Cidade de São Paulo

Docente dos cursos de Educação Física da Universidade Cidade de São Paulo e da Universidade Nove de Julho

Referências

ARANHA, M.S.F. Projeto Escola Viva garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: Alunos com necessidades educacionais especiais/Adaptações Curriculares de Grande Porte. Brasília: MEC/SEE, 2000a.

ARANHA, M.S.F.. Projeto Escola Viva garantindo o acesso e permanência de todos os alunos na escola: Alunos com necessidades educacionais especiais/Adaptações Curriculares de Pequeno Porte. Brasília: MEC/SEE, 2000b.

BRASIL. Ministério da Educação. Diretrizes nacionais para a educação especial na educação básica/Secretaria de Educação Especial. MEC/SEESP, 2001.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: Adaptações Curriculares/Secretaria de Educação Fundamental. Secretaria de Educação Especial. Brasília: MEC/SEF/SEESP, 1998.

GIMENEZ, R.. Educação Física Escolar e Inclusão. In: Walter Roberto Correia, Daniel Carreira Filho. (Org.). Educação Física Escolar: docência e cotidiano. 1ed. São Paulo: CRV, 2010, v. 1, p. 39-48.

GIMENEZ, R.; SILVA, M. H. A. Formação de professores para a educação básica: evisitando concepções e práticas pedagógicas por meio do prisma de teorias da complexidade. Revista @mbienteeducação, v. 7, p. 266-274, 2014.

GOMES, C. & REY, F.L.G. Inclusão escolar: representações compartilhadas da educação acerca da inclusão escolar. Psicologia, Ciência e Profissão, v.27, n.3, p.406-417, 2007.

MAKIDA-DIONÍSIO, C.; MARTINS, I.C. & GIMENEZ, R. Inclusão escolar: uma reflexão sobre a transição da educação infantil para o ensino fundamental. Comunicações, v.23, n.2, p. 207-224, 2016.

MENDES, E.G.; ALMEIDA, M.A. & TOYODA, Y.C. Inclusão escolar pela via de colaboração entre educação especial e educação regular. Educar em Revista, v.41, p.80-93, 2011.

MINETTO, M.F. Currículo na educação inclusiva: entendendo o desafio. São Paulo: Ipbex, 2008.

SASSAKI, R. K. Inclusão: acessibilidade no lazer, trabalho e educação. Revista Nacional de Reabilitação (Reação), Ano XII, mar./abr. , p. 10-16, 2009.

SEBASTIAN HEREDERO, E. A escola inclusiva estratégias para fazer frente a ela: as adaptações curriculares. Acta Scientiarum. Education (Print). Maringá, v. 32 n 2, p. 193-208, 2010.

SANT´ANA, I. M. Educação Inclusiva: concepções de professores e diretores. Psicologia em Estudo, v.10, n.2, p.227-234, 2005.

SILVEIRA, F.F. Inclusão escolar de crianças com deficiência múltipla: concepções de pais e professores. Psicologia: Teoria e Pesquisa, v.22, n.1, p.79-88, 2006.

SMEHA, L.N. & FERREIRA, I.V. Prazer e sofrimento docente nos processos de inclusão escolar. Revista Educação Especial, v.21, n.31, p.37-48, 2008.

STAINBACK, S.; STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.

UNESCO. Declaração de Salamanca: sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educacionais especiais. 1994. Disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/pdf/salamanca.pdf> Acesso em: 11 abr. 2017.

VEIGA, Ilma Passos da. Projeto político-pedagógico da escola: uma construção coletiva. In: VEIGA, Ilma Passos da (org.). Projeto político-pedagógico da escola: uma construção possível. Campinas: Papirus, 1998. p.11-35.

VILARONGA, C.A.R. & MENDES, E.G. Ensino colaborativo para apoio à inclusão escolar: práticas colaborativas entre os professores. Revista Brasileira de Estudos Pedagógicos, v.95, n.239, p.139-161, 2014.

Downloads

Publicado

2017-07-01

Como Citar

ZANATO, C. B.; GIMENEZ, R. Educação Inclusiva: um olhar sobre as adaptações curriculares. Revista @mbienteeducação, São Paulo, v. 10, n. 2, p. 289–303, 2017. DOI: 10.26843/v10.n2.2017.30.p289 - 303. Disponível em: https://publicacoes.unicid.edu.br/ambienteeducacao/article/view/30. Acesso em: 18 jun. 2024.

Edição

Seção

Artigos